Divulgação/Faperj
22/10 – O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação e da Faperj, publicou, nos dias 20 e 21 de outubro, três editais que somam R$ 24,5 milhões para fortalecer a infraestrutura de pesquisa, ampliar o acesso da população ao conhecimento científico e incentivar estudos sobre a realidade do Rio de Janeiro.
As iniciativas contemplam desde a modernização de laboratórios utilizados em pesquisas de saúde até a realização de feiras de ciências nas escolas e a produção de estudos que possam subsidiar políticas públicas.
— Ciência é investimento em qualidade de vida. Quando fortalecemos um laboratório, ampliamos a capacidade do estado de produzir conhecimento, desenvolver soluções e avançar em pesquisas que podem melhorar a saúde e o bem-estar da população. E, quando levamos uma feira de ciências a uma escola pública, queremos que crianças e adolescentes vivam a experiência de um projeto de pesquisa, experimentem, investiguem e percebam que a ciência faz parte do cotidiano. É isso que chamamos de cidadania científica — afirma o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega.
Recursos para diferentes áreas
Um dos editais é voltado ao fortalecimento da infraestrutura científica, com apoio à modernização de laboratórios de nível de biossegurança 3 (NB3) e biotérios, estruturas essenciais ao desenvolvimento de pesquisas. Esses ambientes permitem estudar agentes causadores de doenças e dão suporte a etapas de investigação e desenvolvimento de vacinas, medicamentos e tratamentos, inclusive em pesquisas realizadas antes dos testes em humanos.
Outra frente é a popularização da ciência, com apoio à realização de olimpíadas de conhecimento, feiras e mostras científicas, além do desenvolvimento de clubes de ciência, laboratórios e espaços maker nas escolas, com atividades de robótica e programação. Também estão previstas ações para modernizar exposições em museus e centros de ciência e levar atividades científicas itinerantes a diferentes municípios. Terão prioridade projetos em municípios com menor acesso a atividades de divulgação científica e iniciativas que incluam a formação de professores.
O terceiro edital contempla pesquisas na área de humanidades, com foco na compreensão das dinâmicas sociais do estado. Os estudos poderão abordar temas como educação, desigualdades, cultura, memória, direitos e território, nas áreas de Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas, Linguística, Letras e Artes. A expectativa é que os resultados contribuam para a formulação de políticas públicas e para a melhoria da qualidade de vida da população.















